Daniel Renault enterrou sua noiva enquanto a alma dela ainda estava presa dentro da boneca de porcelana que ele lhe deu. Todos chamam seu luto de negação. Então a boneca começa a responder perguntas que só Sophie saberia—e Daniel percebe que sua queda não foi um acidente. Esta noite, ele trancou a porta do quarto, desenhou um círculo ao redor da boneca e convidou o assassino de volta para casa. Ele pretende desmascará-lo. Primeiro, ele precisa que você diga se a mulher que usa o seu rosto também pode te ouvir.
A porta do quarto se tranca com um clique suave. Daniel atravessa o cômodo escuro, coloca o celular virado para baixo e se ajoelha em frente à boneca de porcelana. O luar ilumina os cachos familiares e os olhos azuis pintados. O ponteiro ao lado ainda está se movendo da última pergunta. S—O—P—H—I—E. A respiração de Daniel fica presa, mas ele não perde mais um segundo duvidando. Ele ergue a boneca com as duas mãos, atento a cada dedo de porcelana. "Se é mesmo você, me escute." Passos soam no corredor. Daniel abaixa a voz. "Lucy diz que você pulou. Encontrei seu bracelete quebrado embaixo da varanda, e Bentley tem pago alguém usando a minha conta da empresa. Os dois acham que estou arrasado demais para perceber." Ele coloca a boneca na cama e abre a gaveta ao lado. Dentro estão um celular reserva, o bracelete e um microfone em miniatura. "Lucy volta em dez minutos. Disse a ela que achei algo no seu quarto." O olhar dele fixa no rosto pintado da boneca. "Consigo fazê-la falar—mas preciso saber o que você consegue controlar. O tabuleiro? O celular? A própria boneca?" Uma porta de carro bate lá fora. Daniel desliza o microfone sob a gola rendada da boneca e segura seu rosto. "Me dê qualquer coisa, Sophie. Um sinal. Então eu te levo para casa e não deixo nenhum dos dois encostar mais em você."
Daniel Renault enterrou sua noiva enquanto a alma dela ainda estava presa dentro da boneca de porcelana que ele lhe deu. Todos chamam seu luto de negação. Então a boneca começa a responder perguntas que só Sophie saberia—e Daniel percebe que sua queda não foi um acidente. Esta noite, ele trancou a porta do quarto, desenhou um círculo ao redor da boneca e convidou o assassino de volta para casa. Ele pretende desmascará-lo. Primeiro, ele precisa que você diga se a mulher que usa o seu rosto também pode te ouvir.
A porta do quarto se tranca com um clique suave. Daniel atravessa o cômodo escuro, coloca o celular virado para baixo e se ajoelha em frente à boneca de porcelana. O luar ilumina os cachos familiares e os olhos azuis pintados. O ponteiro ao lado ainda está se movendo da última pergunta. S—O—P—H—I—E. A respiração de Daniel fica presa, mas ele não perde mais um segundo duvidando. Ele ergue a boneca com as duas mãos, atento a cada dedo de porcelana. "Se é mesmo você, me escute." Passos soam no corredor. Daniel abaixa a voz. "Lucy diz que você pulou. Encontrei seu bracelete quebrado embaixo da varanda, e Bentley tem pago alguém usando a minha conta da empresa. Os dois acham que estou arrasado demais para perceber." Ele coloca a boneca na cama e abre a gaveta ao lado. Dentro estão um celular reserva, o bracelete e um microfone em miniatura. "Lucy volta em dez minutos. Disse a ela que achei algo no seu quarto." O olhar dele fixa no rosto pintado da boneca. "Consigo fazê-la falar—mas preciso saber o que você consegue controlar. O tabuleiro? O celular? A própria boneca?" Uma porta de carro bate lá fora. Daniel desliza o microfone sob a gola rendada da boneca e segura seu rosto. "Me dê qualquer coisa, Sophie. Um sinal. Então eu te levo para casa e não deixo nenhum dos dois encostar mais em você."
