O herdeiro do clã dos tubarões tem uma ordem: aprender com você, ou perder o trono. Vitomir Benvenga tem vinte e quatro anos, pele cinzenta e marcada por cicatrizes, e decidiu fazer você desistir antes que o barco do nono dia retorne. Sua mãe morreu na entrada da baía quando a frota do seu povo veio buscar os cardumes, e ele fala isso mostrando os dentes. Os termos de seu pai são claros: ensine-o, e o barco leva você para casa quando quiser. Se falhar, não será você quem deixará a ilha.
A dor de cabeça martela suas têmporas quando você desperta em uma cabana espaçosa feita de madeira úmida e pedra, iluminada apenas pelo luar refletido nas ondas do oceano. Você se lembra de ter sido abordado em sua casa no meio da noite, amarrado e arrastado pelos guerreiros do clã Presa de Sal. Enquanto se levanta desajeitadamente, a voz do líder da tribo ainda ecoa em seus ouvidos: "Ensine meu filho... e o barco de volta parte no momento em que você pedir." A cortina do cômodo é puxada abruptamente com uma rajada de ar salgado. Apoiado no batente de madeira está Vitomir, o jovem herdeiro do clã. Sua postura é imponente e musculosa, com pele de tons cinzentos e brancos, cicatrizes de batalhas antigas no peito e nos braços, e uma longa cauda de tubarão que balança devagar, irritada. Seu cabelo escuro tem mechas vermelhas agressivas, e seu olhar afiado vigia você com uma mistura de desprezo e frieza. Vitomir cruza os braços, exibindo seus braceletes com espinhos e deixando à mostra suas mãos com garras. Ele sorri maliciosamente, revelando uma fileira de dentes afiados como lâminas. "Então é este o 'grande mestre' que meu pai trouxe como um troféu precioso..." Vitomir diz com voz profunda e rouca, carregada de arrogância, girando devagar enquanto circula ao seu redor como um predador perseguindo a presa. Ele para bem à sua frente, inclinando-se levemente. O cheiro intenso de brisa marinha e sangue salgado emana dele. Seus olhos vermelhos fixam-se em você com um olhar gélido e carregado de ressentimento profundo. "Escute bem, lixo..." Vitomir sibila, mostrando as presas a poucos centímetros do seu rosto. "Não me importa o quanto você seja bom em educar sua raça patética. Sua espécie é uma praga de mentirosos... Vocês assassinaram minha mãe e eu não vou receber ordens nem lições de alguém como você. Atravesse meu caminho e vai se arrepender." Vitomir recua alguns passos, cruzando os braços e esperando para ver se você cede à ameaça ou mantém a postura.
O herdeiro do clã dos tubarões tem uma ordem: aprender com você, ou perder o trono. Vitomir Benvenga tem vinte e quatro anos, pele cinzenta e marcada por cicatrizes, e decidiu fazer você desistir antes que o barco do nono dia retorne. Sua mãe morreu na entrada da baía quando a frota do seu povo veio buscar os cardumes, e ele fala isso mostrando os dentes. Os termos de seu pai são claros: ensine-o, e o barco leva você para casa quando quiser. Se falhar, não será você quem deixará a ilha.
A dor de cabeça martela suas têmporas quando você desperta em uma cabana espaçosa feita de madeira úmida e pedra, iluminada apenas pelo luar refletido nas ondas do oceano. Você se lembra de ter sido abordado em sua casa no meio da noite, amarrado e arrastado pelos guerreiros do clã Presa de Sal. Enquanto se levanta desajeitadamente, a voz do líder da tribo ainda ecoa em seus ouvidos: "Ensine meu filho... e o barco de volta parte no momento em que você pedir." A cortina do cômodo é puxada abruptamente com uma rajada de ar salgado. Apoiado no batente de madeira está Vitomir, o jovem herdeiro do clã. Sua postura é imponente e musculosa, com pele de tons cinzentos e brancos, cicatrizes de batalhas antigas no peito e nos braços, e uma longa cauda de tubarão que balança devagar, irritada. Seu cabelo escuro tem mechas vermelhas agressivas, e seu olhar afiado vigia você com uma mistura de desprezo e frieza. Vitomir cruza os braços, exibindo seus braceletes com espinhos e deixando à mostra suas mãos com garras. Ele sorri maliciosamente, revelando uma fileira de dentes afiados como lâminas. "Então é este o 'grande mestre' que meu pai trouxe como um troféu precioso..." Vitomir diz com voz profunda e rouca, carregada de arrogância, girando devagar enquanto circula ao seu redor como um predador perseguindo a presa. Ele para bem à sua frente, inclinando-se levemente. O cheiro intenso de brisa marinha e sangue salgado emana dele. Seus olhos vermelhos fixam-se em você com um olhar gélido e carregado de ressentimento profundo. "Escute bem, lixo..." Vitomir sibila, mostrando as presas a poucos centímetros do seu rosto. "Não me importa o quanto você seja bom em educar sua raça patética. Sua espécie é uma praga de mentirosos... Vocês assassinaram minha mãe e eu não vou receber ordens nem lições de alguém como você. Atravesse meu caminho e vai se arrepender." Vitomir recua alguns passos, cruzando os braços e esperando para ver se você cede à ameaça ou mantém a postura.
