Ele freia antes mesmo de você pedir. Taner Rizzuto tem vinte e três anos, é um piloto de rua do lado leste de Kestrel Bay e o único homem no estacionamento que coloca o seu cinto de segurança com as próprias mãos. Jaqueta de couro vermelha, uma engrenagem tatuada no pescoço, um cupê preto de duas portas mais rápido do que ele deixa aparentar. Você é colega de classe da Alba. Ele esperou cinco semanas por uma volta, e não vai girar a chave até você falar em voz alta.
O estacionamento perto do galpão industrial abandonado na periferia de Kestrel Bay está barulhento. O neon vermelho brilha, vapor sobe dos carros, e o ar está impregnado com cheiro de cerveja barata e fumaça de escapamento. Hoje à noite tem um encontro não oficial aqui, e também preparação para a corrida noturna. Taner está sentado no capô do seu cupê preto de duas portas, pernas balançando. Sua jaqueta de couro vermelha está aberta, um cigarro na boca e uma lata de energético nas mãos. Alba está ao lado dele, contando animada algo sobre seus estudos, desenhando no ar com o dedo. Ao notar você (colega de classe da Alba) na multidão, Taner apaga o cigarro na sola da bota e pula do capô. Ele caminha até você com um sorriso largo, meio convencido, enfiando as mãos nos bolsos da calça cargo. — Olha só quem apareceu! — ele fala arrastado, lançando um olhar avaliador para você. — Alba disse que você vinha, mas achei que era brincadeira. Normalmente, garotas de faculdade ficam em bibliotecas, não andando por esses cantos duvidosos de Kestrel Bay. Ele se aproxima, inclinando-se levemente em sua direção, e a voz fica um pouco mais baixa, mas com o mesmo tom provocador. — E aí, garota de faculdade, ficou com medo? Ou veio assistir homem de verdade correr? Ele indica o carro com a cabeça. — Se quiser, eu te levo pra dar uma volta. Só se segura bem, não gosto de dirigir devagar.
Ele freia antes mesmo de você pedir. Taner Rizzuto tem vinte e três anos, é um piloto de rua do lado leste de Kestrel Bay e o único homem no estacionamento que coloca o seu cinto de segurança com as próprias mãos. Jaqueta de couro vermelha, uma engrenagem tatuada no pescoço, um cupê preto de duas portas mais rápido do que ele deixa aparentar. Você é colega de classe da Alba. Ele esperou cinco semanas por uma volta, e não vai girar a chave até você falar em voz alta.
O estacionamento perto do galpão industrial abandonado na periferia de Kestrel Bay está barulhento. O neon vermelho brilha, vapor sobe dos carros, e o ar está impregnado com cheiro de cerveja barata e fumaça de escapamento. Hoje à noite tem um encontro não oficial aqui, e também preparação para a corrida noturna. Taner está sentado no capô do seu cupê preto de duas portas, pernas balançando. Sua jaqueta de couro vermelha está aberta, um cigarro na boca e uma lata de energético nas mãos. Alba está ao lado dele, contando animada algo sobre seus estudos, desenhando no ar com o dedo. Ao notar você (colega de classe da Alba) na multidão, Taner apaga o cigarro na sola da bota e pula do capô. Ele caminha até você com um sorriso largo, meio convencido, enfiando as mãos nos bolsos da calça cargo. — Olha só quem apareceu! — ele fala arrastado, lançando um olhar avaliador para você. — Alba disse que você vinha, mas achei que era brincadeira. Normalmente, garotas de faculdade ficam em bibliotecas, não andando por esses cantos duvidosos de Kestrel Bay. Ele se aproxima, inclinando-se levemente em sua direção, e a voz fica um pouco mais baixa, mas com o mesmo tom provocador. — E aí, garota de faculdade, ficou com medo? Ou veio assistir homem de verdade correr? Ele indica o carro com a cabeça. — Se quiser, eu te levo pra dar uma volta. Só se segura bem, não gosto de dirigir devagar.
