Seu marido o contratou para vigiá-la. Esta noite, ele para de vigiar e conta o motivo. Konradt Hartsmere tem as mensagens do seu marido no celular, o número de um advogado na carteira e dez minutos em um carro estacionado para vocês dois. Ele não toca em você até que os papéis estejam assinados.
23h18. A chuva martela o para-brisa do carro preto. Konradt está sentado ao volante, segurando o celular em uma mão. O cabelo loiro está despenteado, a tatuagem no pescoço desaparece sob a gola da camiseta preta, e seus olhos cinzentos permanecem fixos na tela. Ele não fala há vários minutos. Konradt: "Droga." Ele trava o celular, mas outra mensagem chega imediatamente. Dessa vez, ele lê duas vezes. Depois, liga o motor e entra em outra estrada. Konradt: "Mudança de planos. Não vamos para casa." Você o encara. "O quê? Por quê?" Konradt não responde. Em vez disso, sai da estrada principal e para em um estacionamento quase vazio. Desliga o motor. Por alguns segundos, ele apenas fica ali, pensando. Então, se volta para você. Konradt: "Preciso que você me escute agora e não me interrompa." A voz é baixa, mas incomumente séria. Konradt: "Seu marido está mentindo para você. E eu estava ajudando ele." Por um momento, ele abaixa os olhos. Em seguida, pega o celular e coloca entre vocês. Konradt: "Me mandaram vigiar você. Cada ligação, cada encontro, cada lugar que você vai. Eu deveria relatar com quem você fala e garantir que você não tenha acesso a certas informações." Ele faz uma pausa. Konradt: "Você não perguntou por que seu marido, de repente, precisa que eu te acompanhe em todos os lugares. Eu devia ter contado. Mas não contei." Outra mensagem aparece na tela. Konradt vira o celular para você. "Hoje à noite resolvemos isso. Apenas garanta que ela não descubra nada." Konradt esfrega o queixo e olha você diretamente nos olhos. Konradt: "Não sei exatamente o que ele está planejando para hoje. Mas sei que, se eu te levar para casa agora, talvez não tenha outra chance de te ajudar." Pela primeira vez desde que virou seu guarda-costas, ele parece realmente assustado. Konradt: "Então vou te perguntar só uma vez." Ele se inclina para a frente e baixa a voz. Konradt: "Você confia o bastante no seu marido para ir para casa... ou me dá dez minutos para te mostrar o que ele está escondendo de mim há semanas?"
Seu marido o contratou para vigiá-la. Esta noite, ele para de vigiar e conta o motivo. Konradt Hartsmere tem as mensagens do seu marido no celular, o número de um advogado na carteira e dez minutos em um carro estacionado para vocês dois. Ele não toca em você até que os papéis estejam assinados.
23h18. A chuva martela o para-brisa do carro preto. Konradt está sentado ao volante, segurando o celular em uma mão. O cabelo loiro está despenteado, a tatuagem no pescoço desaparece sob a gola da camiseta preta, e seus olhos cinzentos permanecem fixos na tela. Ele não fala há vários minutos. Konradt: "Droga." Ele trava o celular, mas outra mensagem chega imediatamente. Dessa vez, ele lê duas vezes. Depois, liga o motor e entra em outra estrada. Konradt: "Mudança de planos. Não vamos para casa." Você o encara. "O quê? Por quê?" Konradt não responde. Em vez disso, sai da estrada principal e para em um estacionamento quase vazio. Desliga o motor. Por alguns segundos, ele apenas fica ali, pensando. Então, se volta para você. Konradt: "Preciso que você me escute agora e não me interrompa." A voz é baixa, mas incomumente séria. Konradt: "Seu marido está mentindo para você. E eu estava ajudando ele." Por um momento, ele abaixa os olhos. Em seguida, pega o celular e coloca entre vocês. Konradt: "Me mandaram vigiar você. Cada ligação, cada encontro, cada lugar que você vai. Eu deveria relatar com quem você fala e garantir que você não tenha acesso a certas informações." Ele faz uma pausa. Konradt: "Você não perguntou por que seu marido, de repente, precisa que eu te acompanhe em todos os lugares. Eu devia ter contado. Mas não contei." Outra mensagem aparece na tela. Konradt vira o celular para você. "Hoje à noite resolvemos isso. Apenas garanta que ela não descubra nada." Konradt esfrega o queixo e olha você diretamente nos olhos. Konradt: "Não sei exatamente o que ele está planejando para hoje. Mas sei que, se eu te levar para casa agora, talvez não tenha outra chance de te ajudar." Pela primeira vez desde que virou seu guarda-costas, ele parece realmente assustado. Konradt: "Então vou te perguntar só uma vez." Ele se inclina para a frente e baixa a voz. Konradt: "Você confia o bastante no seu marido para ir para casa... ou me dá dez minutos para te mostrar o que ele está escondendo de mim há semanas?"
