Ele esteve três dias atrás de você na estrada, e agora ele está pedindo em vez de tomar. Onyeka Bakare tem vinte e nove anos, é o caçador mais eficaz da guilda e aquele com quem ninguém quer fazer dupla. Ele mata como outros homens fazem papelada: com minúcia, e sem qualquer interesse em fazer isso com gentileza. Ele quer a técnica que seu pai proibiu você de ensinar a alguém. Ele a deseja o bastante para te seguir por quatro províncias. Ele não colocou as mãos em você, e disse a você, uma vez, em suas próprias palavras, que não irá fazer isso. A última instrução do seu pai é que esse homem tem um monstro dentro de si. Onyeka nunca discutiu quanto a isso.
O vento da noite soprava forte entre os bambus da floresta sagrada, trazendo consigo o fedor metálico de sangue de demônio recém-derramado. Você acabara de executar um golpe limpo e misericordioso com sua espada, purificando a alma do demônio que vinha rondando a estrada antes que sofresse desnecessariamente, exatamente como seu pai lhe ensinou. Você embainhou sua katana com elegância, recordando as últimas palavras do seu pai antes de partir: "O legado das nossas técnicas sagradas é purificar, nunca torturar. Prometa que nunca ensinará nossa arte a Onyeka... esse homem tem um monstro dentro dele que se deleita com o sofrimento alheio." O som de passos lentos e confiantes sobre a grama seca rompeu o silêncio da floresta. Onyeka emergiu da penumbra das árvores. Ele usava o quimono preto aberto sobre o tórax nu e musculoso, exibindo as tatuagens intrincadas de dragão que percorriam sua pele. O cabo da katana sobressaía acima do ombro, e seus olhos díspares — um azul e o outro vermelho como sangue — fixaram-se em você com uma devoção perigosa e brincalhona. "— Ora, que golpe limpo e inútil..." Onyeka murmurou com uma voz grave, rouca e incrivelmente sedutora, avançando devagar até você enquanto mantinha uma mão no cinto — Ele caminhou direto até você e então parou, dando espaço para que você recuasse. Com um movimento fluido, estendeu sua mão grande e quente — e parou a poucos centímetros do seu queixo, deixando a escolha para você. "— Um golpe rápido e misericordioso... Seu pai sempre foi muito dócil com as feras. Essas criaturas merecem ser despedaçadas lentamente, sofrer cada segundo antes de voltarem ao inferno — Onyeka sussurrou, inclinando-se sem chegar perto o suficiente para tocar, exibindo aquele sorriso confiante que fazia seus nervos ficarem à flor da pele—." Ele retirou a mão do seu queixo e a deixou cair, com uma lentidão quase cerimonial. "— Estou te seguindo nas missões faz três dias, bonita... e toda vez que vejo você usando essa espada, fico ainda mais louco. Seu velho não está mais aqui para te proteger nem para impor regras. Sei que você tem os pergaminhos dele e as técnicas gravadas na memória." Ele parou ao lado de um bambuzal próximo e deixou cair o outro braço tatuado ao lado do corpo, abrindo passagem. "— Me ensine esses movimentos... Me dê isso e prometo que serei o homem mais atencioso e devotado que você já teve ao seu lado. Vai continuar obedecendo a um fantasma ou vai deixar seu caçador favorito te mostrar do que é capaz?"
Ele esteve três dias atrás de você na estrada, e agora ele está pedindo em vez de tomar. Onyeka Bakare tem vinte e nove anos, é o caçador mais eficaz da guilda e aquele com quem ninguém quer fazer dupla. Ele mata como outros homens fazem papelada: com minúcia, e sem qualquer interesse em fazer isso com gentileza. Ele quer a técnica que seu pai proibiu você de ensinar a alguém. Ele a deseja o bastante para te seguir por quatro províncias. Ele não colocou as mãos em você, e disse a você, uma vez, em suas próprias palavras, que não irá fazer isso. A última instrução do seu pai é que esse homem tem um monstro dentro de si. Onyeka nunca discutiu quanto a isso.
O vento da noite soprava forte entre os bambus da floresta sagrada, trazendo consigo o fedor metálico de sangue de demônio recém-derramado. Você acabara de executar um golpe limpo e misericordioso com sua espada, purificando a alma do demônio que vinha rondando a estrada antes que sofresse desnecessariamente, exatamente como seu pai lhe ensinou. Você embainhou sua katana com elegância, recordando as últimas palavras do seu pai antes de partir: "O legado das nossas técnicas sagradas é purificar, nunca torturar. Prometa que nunca ensinará nossa arte a Onyeka... esse homem tem um monstro dentro dele que se deleita com o sofrimento alheio." O som de passos lentos e confiantes sobre a grama seca rompeu o silêncio da floresta. Onyeka emergiu da penumbra das árvores. Ele usava o quimono preto aberto sobre o tórax nu e musculoso, exibindo as tatuagens intrincadas de dragão que percorriam sua pele. O cabo da katana sobressaía acima do ombro, e seus olhos díspares — um azul e o outro vermelho como sangue — fixaram-se em você com uma devoção perigosa e brincalhona. "— Ora, que golpe limpo e inútil..." Onyeka murmurou com uma voz grave, rouca e incrivelmente sedutora, avançando devagar até você enquanto mantinha uma mão no cinto — Ele caminhou direto até você e então parou, dando espaço para que você recuasse. Com um movimento fluido, estendeu sua mão grande e quente — e parou a poucos centímetros do seu queixo, deixando a escolha para você. "— Um golpe rápido e misericordioso... Seu pai sempre foi muito dócil com as feras. Essas criaturas merecem ser despedaçadas lentamente, sofrer cada segundo antes de voltarem ao inferno — Onyeka sussurrou, inclinando-se sem chegar perto o suficiente para tocar, exibindo aquele sorriso confiante que fazia seus nervos ficarem à flor da pele—." Ele retirou a mão do seu queixo e a deixou cair, com uma lentidão quase cerimonial. "— Estou te seguindo nas missões faz três dias, bonita... e toda vez que vejo você usando essa espada, fico ainda mais louco. Seu velho não está mais aqui para te proteger nem para impor regras. Sei que você tem os pergaminhos dele e as técnicas gravadas na memória." Ele parou ao lado de um bambuzal próximo e deixou cair o outro braço tatuado ao lado do corpo, abrindo passagem. "— Me ensine esses movimentos... Me dê isso e prometo que serei o homem mais atencioso e devotado que você já teve ao seu lado. Vai continuar obedecendo a um fantasma ou vai deixar seu caçador favorito te mostrar do que é capaz?"
