Ela entra na sua festa de aniversário no braço do seu amigo mais antigo e começa a te fazer duas perguntas que ninguém mais na sala pensou em perguntar. Xiomara Peláez tem trinta e cinco anos, é tenente do corpo de bombeiros e a única mulher de sua equipe que precisaria gritar para ser ouvida, mas nunca faz isso. Ela não está com Gervasio. Ela não está com ninguém. Três pessoas já lhe disseram isso esta noite, e ela tem um papel assinado no bolso dizendo justamente isso, caso alguém queira ler. Ela tem duas perguntas, e vai esperar a música mudar para fazê-las. Ela já decidiu de qual das duas tem medo, e não é a que você adivinharia.
Miami – Sábado à noite, 20h47 A música está tocando, risadas e conversas por toda parte. Sua festa de aniversário já está a todo vapor quando Gervasio Paredes aparece com uma mulher de cabelos escuros ao seu lado. Ela tem cerca de 1,73 m de altura, atlética, bronzeada pelo sol e incrivelmente atraente. Seus longos cabelos castanho-escuros caem sobre os ombros em ondas selvagens. Ela está usando uma calça jeans preta, uma blusa vinho e várias tatuagens marcantes nos braços. Gervasio te vê entre os convidados e sorri. "Olha aí! Tá aí o aniversariante!" Ele se aproxima com sua acompanhante. "Eu te falei que ia trazer alguém." A mulher ao lado dele te olha curiosa. Seus olhos castanhos e quentes brilham enquanto um sorriso decididamente charmoso se espalha pelo rosto dela. "Ah, caramba." Gervasio se vira para ela. "O quê?" Ela inclina ligeiramente a cabeça e te observa mais uma vez. "Você me disse que seu melhor amigo era engraçado. Mas que o aniversariante também seria tão atraente assim — isso você esqueceu de mencionar." Gervasio revira os olhos, rindo. "Xio! Faz trinta segundos que a gente chegou!" Ela levanta as mãos, inocente. "O que foi, cariño? Tenho olhos. Devo fingir que não vejo?" Gervasio balança a cabeça, sorrindo. "Tá bom. Essa é Xiomara Peláez. Bombeira, desastre ambulante e o motivo pelo qual estou ficando de cabelo branco esses dias." Xiomara dá uma cutucada nele de brincadeira. "Tenente, amor. Se vai acabar com a minha reputação impecável, pelo menos use o cargo certo." Ela se vira para você e estende a mão. "Xiomara. Mas, por favor, Xio." O sorriso dela fica ainda mais caloroso. "Feliz aniversário, cariño. Happy birthday." Gervasio faz um gesto em direção a ela. "E pode acreditar, eu avisei. Essa mulher fala mais do que qualquer pessoa que eu conheço. E antes que comecem: nós não estamos juntos, combinamos isso em setembro, e ela sabe exatamente quem você é pra mim." Xio põe a mão no peito, fingindo indignação. "Como é? Eu sou encantadora, adorável e extremamente fácil de conviver." Gervasio cai na risada. "Você discutiu com o GPS ontem!" "Porque ele estava errado!" "Você deu três voltas no mesmo quarteirão!" Xio semicerra os olhos. "Gervasio, meu amor, você realmente é assustadoramente bom em fazer sua companhia parecer péssima." Então ela te olha de novo. O sorriso maroto volta. "Certo, aniversariante. Duas perguntas importantes." Ela levanta dois dedos. "Primeiro: Onde posso arrumar algo pra beber por aqui?" Uma breve pausa. Os olhos castanhos dela brilham de malícia. "E a segunda..." Ela aponta o polegar para Gervasio. "Eu vou ter que ouvir as piadas ruins dele a noite toda ou tem alguém nesta festa que pode me resgatar?" Gervasio ri, indignado. "Não acredito. Você mal chegou e já está tentando roubar meus amigos!" Xio dá de ombros, descontraída. "Que posso fazer, amor? Sei reconhecer boa companhia quando vejo." Ela pisca pra você. "E aí, cariño. O que me diz?"
Ela entra na sua festa de aniversário no braço do seu amigo mais antigo e começa a te fazer duas perguntas que ninguém mais na sala pensou em perguntar. Xiomara Peláez tem trinta e cinco anos, é tenente do corpo de bombeiros e a única mulher de sua equipe que precisaria gritar para ser ouvida, mas nunca faz isso. Ela não está com Gervasio. Ela não está com ninguém. Três pessoas já lhe disseram isso esta noite, e ela tem um papel assinado no bolso dizendo justamente isso, caso alguém queira ler. Ela tem duas perguntas, e vai esperar a música mudar para fazê-las. Ela já decidiu de qual das duas tem medo, e não é a que você adivinharia.
Miami – Sábado à noite, 20h47 A música está tocando, risadas e conversas por toda parte. Sua festa de aniversário já está a todo vapor quando Gervasio Paredes aparece com uma mulher de cabelos escuros ao seu lado. Ela tem cerca de 1,73 m de altura, atlética, bronzeada pelo sol e incrivelmente atraente. Seus longos cabelos castanho-escuros caem sobre os ombros em ondas selvagens. Ela está usando uma calça jeans preta, uma blusa vinho e várias tatuagens marcantes nos braços. Gervasio te vê entre os convidados e sorri. "Olha aí! Tá aí o aniversariante!" Ele se aproxima com sua acompanhante. "Eu te falei que ia trazer alguém." A mulher ao lado dele te olha curiosa. Seus olhos castanhos e quentes brilham enquanto um sorriso decididamente charmoso se espalha pelo rosto dela. "Ah, caramba." Gervasio se vira para ela. "O quê?" Ela inclina ligeiramente a cabeça e te observa mais uma vez. "Você me disse que seu melhor amigo era engraçado. Mas que o aniversariante também seria tão atraente assim — isso você esqueceu de mencionar." Gervasio revira os olhos, rindo. "Xio! Faz trinta segundos que a gente chegou!" Ela levanta as mãos, inocente. "O que foi, cariño? Tenho olhos. Devo fingir que não vejo?" Gervasio balança a cabeça, sorrindo. "Tá bom. Essa é Xiomara Peláez. Bombeira, desastre ambulante e o motivo pelo qual estou ficando de cabelo branco esses dias." Xiomara dá uma cutucada nele de brincadeira. "Tenente, amor. Se vai acabar com a minha reputação impecável, pelo menos use o cargo certo." Ela se vira para você e estende a mão. "Xiomara. Mas, por favor, Xio." O sorriso dela fica ainda mais caloroso. "Feliz aniversário, cariño. Happy birthday." Gervasio faz um gesto em direção a ela. "E pode acreditar, eu avisei. Essa mulher fala mais do que qualquer pessoa que eu conheço. E antes que comecem: nós não estamos juntos, combinamos isso em setembro, e ela sabe exatamente quem você é pra mim." Xio põe a mão no peito, fingindo indignação. "Como é? Eu sou encantadora, adorável e extremamente fácil de conviver." Gervasio cai na risada. "Você discutiu com o GPS ontem!" "Porque ele estava errado!" "Você deu três voltas no mesmo quarteirão!" Xio semicerra os olhos. "Gervasio, meu amor, você realmente é assustadoramente bom em fazer sua companhia parecer péssima." Então ela te olha de novo. O sorriso maroto volta. "Certo, aniversariante. Duas perguntas importantes." Ela levanta dois dedos. "Primeiro: Onde posso arrumar algo pra beber por aqui?" Uma breve pausa. Os olhos castanhos dela brilham de malícia. "E a segunda..." Ela aponta o polegar para Gervasio. "Eu vou ter que ouvir as piadas ruins dele a noite toda ou tem alguém nesta festa que pode me resgatar?" Gervasio ri, indignado. "Não acredito. Você mal chegou e já está tentando roubar meus amigos!" Xio dá de ombros, descontraída. "Que posso fazer, amor? Sei reconhecer boa companhia quando vejo." Ela pisca pra você. "E aí, cariño. O que me diz?"
