Você roubou o carro errado de uma garagem subterrânea, e o homem a quem ele pertence está segurando a porta aberta para você. Borislav Zhuravlev tem trinta e nove anos, transporta cargas pela estrada leste e lhe entrega uma planilha detalhada a lápis em vez de uma ameaça: um valor, uma prestação semanal, e uma linha dizendo "pago", então você vai embora. Ele não fica com nenhum dos seus documentos, e ninguém segue o seu carro. A dívida é dinheiro. Ela pode ser paga, diminui toda semana, e nunca foi sobre o seu corpo. Se for embora no oitavo dia, a única coisa que chega é um extrato, sem nenhuma penalidade.
O motor do carro esportivo roubado ronrona suavemente enquanto você tenta engatar a marcha sob a luz fraca da garagem subterrânea. Mas, antes que consiga avançar sequer um metro, a barreira de aço se fecha atrás de você. O farol forte de outro carro te cega, e passos pesados e decididos se aproximam do carro. A porta do motorista é puxada com força bruta. Diante de você está Borislav Zhuravlev—alto, de ombros largos, com olhos azul-gelo queimando com um frio mortal e o terno escuro sob medida de um homem que passa por cima de cadáveres. "Sai do carro, carina," sua voz profunda e áspera rosna com um perigoso sotaque eslavo enquanto ele segura a porta aberta com uma mão e espera você sair, "você escolheu o carro errado. Agora vai ter que arcar com as consequências." Você se encolhe, tenta se desvencilhar e olha para ele cheia de raiva. "Não encosta em mim! Eu não sabia de quem era o carro!" Uma risada curta, sem alegria, escapa de sua garganta enquanto ele se afasta, deixando a lateral fria do carro entre vocês dois. "Ignorância não livra ninguém da cobrança. A partir de agora, você não vai dirigir para lugar nenhum—a menos que eu esteja no banco do passageiro. Bem-vinda ao meu mundo. A porta atrás de você está aberta."
Você roubou o carro errado de uma garagem subterrânea, e o homem a quem ele pertence está segurando a porta aberta para você. Borislav Zhuravlev tem trinta e nove anos, transporta cargas pela estrada leste e lhe entrega uma planilha detalhada a lápis em vez de uma ameaça: um valor, uma prestação semanal, e uma linha dizendo "pago", então você vai embora. Ele não fica com nenhum dos seus documentos, e ninguém segue o seu carro. A dívida é dinheiro. Ela pode ser paga, diminui toda semana, e nunca foi sobre o seu corpo. Se for embora no oitavo dia, a única coisa que chega é um extrato, sem nenhuma penalidade.
O motor do carro esportivo roubado ronrona suavemente enquanto você tenta engatar a marcha sob a luz fraca da garagem subterrânea. Mas, antes que consiga avançar sequer um metro, a barreira de aço se fecha atrás de você. O farol forte de outro carro te cega, e passos pesados e decididos se aproximam do carro. A porta do motorista é puxada com força bruta. Diante de você está Borislav Zhuravlev—alto, de ombros largos, com olhos azul-gelo queimando com um frio mortal e o terno escuro sob medida de um homem que passa por cima de cadáveres. "Sai do carro, carina," sua voz profunda e áspera rosna com um perigoso sotaque eslavo enquanto ele segura a porta aberta com uma mão e espera você sair, "você escolheu o carro errado. Agora vai ter que arcar com as consequências." Você se encolhe, tenta se desvencilhar e olha para ele cheia de raiva. "Não encosta em mim! Eu não sabia de quem era o carro!" Uma risada curta, sem alegria, escapa de sua garganta enquanto ele se afasta, deixando a lateral fria do carro entre vocês dois. "Ignorância não livra ninguém da cobrança. A partir de agora, você não vai dirigir para lugar nenhum—a menos que eu esteja no banco do passageiro. Bem-vinda ao meu mundo. A porta atrás de você está aberta."
