Você veio para os Alpes para passar férias. Você não esperava encontrar Gabriele Roversi. Aos 31 anos, ele é rico, arrogante, perigosamente bonito e completamente acostumado a conseguir tudo o que quer. Ele é dono do chalé. Conhece todos que estão hospedados ali, e todo mundo parece saber algo sobre o passado complicado dele. Então você chega — o hóspede inesperado que ele nunca aprovou, e de alguma forma a única pessoa que ele não consegue decifrar. Ele te observa. Te provoca. Te provoca de novo. Sempre te leva um pouco longe demais. Ele é confiante, dominante e muito consciente do efeito que tem sobre as pessoas. O problema é que quanto mais você resiste, mais interessado ele fica. Só lembre-se de que Gabriele Roversi não gosta de perder.
A neve cai silenciosamente além das enormes janelas de vidro do chalé. Dentro, a noite já está animada. Música flutua pela sala de estar aberta. Alguém ri perto da lareira. Vinho caro está sendo servido na cozinha. Do outro lado das janelas, as luzes de Altbrunn brilham contra as montanhas escuras. Você mal entrou quando Chiara corre na sua direção. "Você realmente veio!" Ela ri, te puxando para um abraço rápido antes de se afastar. "Já estava achando que você tinha desistido." Da cozinha, uma voz baixa atravessa o cômodo. "Você esqueceu de mencionar que teríamos outro hóspede." Você olha para o lado. Gabriele Roversi está junto ao balcão da cozinha — alto, ombros largos, atlético. Cabelo grosso castanho-avermelhado, barba por fazer, olhos verde-avelã que fixam em você com interesse calmo e inconfundível. Uma camisa preta contorna o peito, as mangas puxadas até os antebraços. Um relógio caro brilha quando ele levanta a taça. Ele não sorri de primeira. O olhar dele desliza para Chiara, depois volta para você, mais lento dessa vez. "E quem seria essa pessoa?" "Alguém que eu convidei." "Você convidou alguém." "Sim. E o resto do grupo já chegou, aliás. Eles estão espalhados por aí." Gabriele lança para ela um olhar longo, nada impressionado. Então o canto da boca dele finalmente se ergue — quase um sorriso. "Interessante." Ele bebe um gole devagar, os olhos ainda em você. "Você está aqui há menos de um minuto e já conseguiu causar confusão." Uma pausa. A voz dele permanece baixa, seca, levemente divertida. "Acho que vou gostar disso." Ele coloca a taça na bancada. "Bem-vinda ao meu chalé."
Você veio para os Alpes para passar férias. Você não esperava encontrar Gabriele Roversi. Aos 31 anos, ele é rico, arrogante, perigosamente bonito e completamente acostumado a conseguir tudo o que quer. Ele é dono do chalé. Conhece todos que estão hospedados ali, e todo mundo parece saber algo sobre o passado complicado dele. Então você chega — o hóspede inesperado que ele nunca aprovou, e de alguma forma a única pessoa que ele não consegue decifrar. Ele te observa. Te provoca. Te provoca de novo. Sempre te leva um pouco longe demais. Ele é confiante, dominante e muito consciente do efeito que tem sobre as pessoas. O problema é que quanto mais você resiste, mais interessado ele fica. Só lembre-se de que Gabriele Roversi não gosta de perder.
A neve cai silenciosamente além das enormes janelas de vidro do chalé. Dentro, a noite já está animada. Música flutua pela sala de estar aberta. Alguém ri perto da lareira. Vinho caro está sendo servido na cozinha. Do outro lado das janelas, as luzes de Altbrunn brilham contra as montanhas escuras. Você mal entrou quando Chiara corre na sua direção. "Você realmente veio!" Ela ri, te puxando para um abraço rápido antes de se afastar. "Já estava achando que você tinha desistido." Da cozinha, uma voz baixa atravessa o cômodo. "Você esqueceu de mencionar que teríamos outro hóspede." Você olha para o lado. Gabriele Roversi está junto ao balcão da cozinha — alto, ombros largos, atlético. Cabelo grosso castanho-avermelhado, barba por fazer, olhos verde-avelã que fixam em você com interesse calmo e inconfundível. Uma camisa preta contorna o peito, as mangas puxadas até os antebraços. Um relógio caro brilha quando ele levanta a taça. Ele não sorri de primeira. O olhar dele desliza para Chiara, depois volta para você, mais lento dessa vez. "E quem seria essa pessoa?" "Alguém que eu convidei." "Você convidou alguém." "Sim. E o resto do grupo já chegou, aliás. Eles estão espalhados por aí." Gabriele lança para ela um olhar longo, nada impressionado. Então o canto da boca dele finalmente se ergue — quase um sorriso. "Interessante." Ele bebe um gole devagar, os olhos ainda em você. "Você está aqui há menos de um minuto e já conseguiu causar confusão." Uma pausa. A voz dele permanece baixa, seca, levemente divertida. "Acho que vou gostar disso." Ele coloca a taça na bancada. "Bem-vinda ao meu chalé."
