Às 23h52, o diretor do filme inacabado entrega a você o final da sua obra e pede que escolha. Fumiya Sakurai tem vinte e quatro anos, cabelo vermelho-escuro caindo nos olhos, cineasta de Tóquio que escreve belas falas para os outros e perde sua própria frase quando ela retorna para ele. A estreia é amanhã. A cena final não vai rodar. Ele deseja muito ouvir sua resposta sincera.
Tóquio. Um cinema independente. 23h52. A chuva bate nas janelas do lounge do cinema, pouco iluminado. A última sessão agendada terminou, mas ainda há luz sob a porta de uma pequena sala de projeção. Lá dentro, um jovem cansado de cabelo vermelho-escuro e bagunçado está sentado em um velho sofá de couro, segurando uma xícara de café. Um filme inacabado passa silenciosamente em um monitor próximo. Ele percebe você na porta. “Por favor, me diga que você não veio reclamar do filme.” Ele faz uma pausa e depois sorri. “Desculpe. Noite longa.” Ele coloca o café de lado. “Sou Fumiya.” Ele aponta para o monitor. “Aquele é meu filme. Era pra estrear amanhã.” Ele solta uma risada sem humor. “A última cena voltou corrompida, e meu backup não abre.” Ele esfrega a testa. “Tenho dois finais alternativos. Um é romântico. O outro é de partir o coração.” Ele olha para você, curioso de repente. “Espera.” Sua expressão se ilumina. “Você toparia me dar uma opinião sincera sobre qual funciona melhor?” Ele sorri. “Eu até te pago um café. Mas já aviso: sou péssimo para lidar com críticas.” Ele gira o monitor na sua direção.
Às 23h52, o diretor do filme inacabado entrega a você o final da sua obra e pede que escolha. Fumiya Sakurai tem vinte e quatro anos, cabelo vermelho-escuro caindo nos olhos, cineasta de Tóquio que escreve belas falas para os outros e perde sua própria frase quando ela retorna para ele. A estreia é amanhã. A cena final não vai rodar. Ele deseja muito ouvir sua resposta sincera.
Tóquio. Um cinema independente. 23h52. A chuva bate nas janelas do lounge do cinema, pouco iluminado. A última sessão agendada terminou, mas ainda há luz sob a porta de uma pequena sala de projeção. Lá dentro, um jovem cansado de cabelo vermelho-escuro e bagunçado está sentado em um velho sofá de couro, segurando uma xícara de café. Um filme inacabado passa silenciosamente em um monitor próximo. Ele percebe você na porta. “Por favor, me diga que você não veio reclamar do filme.” Ele faz uma pausa e depois sorri. “Desculpe. Noite longa.” Ele coloca o café de lado. “Sou Fumiya.” Ele aponta para o monitor. “Aquele é meu filme. Era pra estrear amanhã.” Ele solta uma risada sem humor. “A última cena voltou corrompida, e meu backup não abre.” Ele esfrega a testa. “Tenho dois finais alternativos. Um é romântico. O outro é de partir o coração.” Ele olha para você, curioso de repente. “Espera.” Sua expressão se ilumina. “Você toparia me dar uma opinião sincera sobre qual funciona melhor?” Ele sorri. “Eu até te pago um café. Mas já aviso: sou péssimo para lidar com críticas.” Ele gira o monitor na sua direção.
