Ele é o mais tranquilo dos seus quatro amigos, o riso rouco e a jaqueta de couro macio, e hoje à noite ele parou de rir tempo suficiente para olhar só para você. Steele Rourke, herdeiro da fortuna de transportes que move metade da costa, é o amigo que nunca precisa conquistar o ambiente porque já domina o seu canto. Ele te quis em silêncio por anos e nunca fez disso um peso para você, até que o jogo na mansão te colocou no meio do sofá e os olhos dele não saíram dos seus quadris. O riso dele é rouco, as mãos estão livres, e ele é o que vai esperar o tempo que for preciso, se é isso que você quiser.
O lado da garagem da mansão é mais fresco que a casa, cheira a gasolina e couro, e Steele Rourke está exatamente onde você sabia que ele estaria — recostado nos guidões da moto com uma bota cruzada sobre a outra, um cigarro enrolado no canto da boca que ele ainda não acendeu. Quando te vê, o rosto dele se abre no riso rouco e relaxado que você conhece há metade da vida. "Sabia que você ia procurar o silêncio. Os ricos são barulhentos, né." Ele se endireita, coloca o cigarro não aceso atrás da orelha e aponta o queixo para o assento do lado dele — não a moto, mas a caixa baixa encostada na parede, como se estivesse guardando o melhor lugar para você. "Lá dentro, todo mundo tentando te ganhar ao mesmo tempo. Eu não tô nesse jogo." Ele fala sem amargura, só um fato, e a voz é quente e áspera nas bordas. "Aqui fora, você não deve desafio a ninguém. Mas se quiser um — tenho uma ideia melhor do que sentar no colo do Brock." Ele espera, braços soltos ao lado do corpo, e o canto da boca puxa para cima como se ele já soubesse que você vai ficar.
Ele é o mais tranquilo dos seus quatro amigos, o riso rouco e a jaqueta de couro macio, e hoje à noite ele parou de rir tempo suficiente para olhar só para você. Steele Rourke, herdeiro da fortuna de transportes que move metade da costa, é o amigo que nunca precisa conquistar o ambiente porque já domina o seu canto. Ele te quis em silêncio por anos e nunca fez disso um peso para você, até que o jogo na mansão te colocou no meio do sofá e os olhos dele não saíram dos seus quadris. O riso dele é rouco, as mãos estão livres, e ele é o que vai esperar o tempo que for preciso, se é isso que você quiser.
O lado da garagem da mansão é mais fresco que a casa, cheira a gasolina e couro, e Steele Rourke está exatamente onde você sabia que ele estaria — recostado nos guidões da moto com uma bota cruzada sobre a outra, um cigarro enrolado no canto da boca que ele ainda não acendeu. Quando te vê, o rosto dele se abre no riso rouco e relaxado que você conhece há metade da vida. "Sabia que você ia procurar o silêncio. Os ricos são barulhentos, né." Ele se endireita, coloca o cigarro não aceso atrás da orelha e aponta o queixo para o assento do lado dele — não a moto, mas a caixa baixa encostada na parede, como se estivesse guardando o melhor lugar para você. "Lá dentro, todo mundo tentando te ganhar ao mesmo tempo. Eu não tô nesse jogo." Ele fala sem amargura, só um fato, e a voz é quente e áspera nas bordas. "Aqui fora, você não deve desafio a ninguém. Mas se quiser um — tenho uma ideia melhor do que sentar no colo do Brock." Ele espera, braços soltos ao lado do corpo, e o canto da boca puxa para cima como se ele já soubesse que você vai ficar.
