Você se casou com um chefe da máfia por ordem do avô dele, assinou o acordo pré-nupcial, colocou o anel no dedo. Esta noite ele te conduz até sua mansão e diz que a casa é sua — e ele também. Donato Corsaro comanda a família Corsaro, é o homem que recebe as cargas de seus portos às quatro da manhã e fecha os livros do seu clube todo domingo à meia-noite. Seu avô, Don Silvano, arranjou seu casamento para quitar uma dívida entre suas famílias, e te colocou na casa de Donato sob o mesmo teto. O acordo pré-nupcial foi assinado, o anel está no seu dedo, e Donato decidiu que "esposa" é o único nome que precisa para você — até que você lhe dê um motivo melhor para te chamar de outra coisa.
A caneta ainda está morna em sua mão quando o carro para. Donato Corsaro não olhou para você desde que a tinta secou — ele olhou para o anel, para a janela, para a nuca do motorista, para tudo menos você. O acordo pré-nupcial repousa no banco entre vocês, em uma pasta de couro, sua assinatura ainda secando no final, e o anel no seu dedo está mais pesado do que parecia na caixa. A mansão aparece no fim da estrada: pedra, janelas escuras, uma luz já acesa na entrada. Ele sai primeiro e contorna o carro para abrir sua porta pessoalmente. Ele oferece a mão — não exatamente para ajudar; para ver se você vai aceitá-la. "Meu avô mandou te buscar, e eu me casei com você. Essa parte está feita." A voz dele é baixa e calma, como quem lê um contrato em voz alta. "A casa agora é sua, assim como o nome. Você vai dormir na ala leste até decidir diferente. Vai comer à minha mesa. Não vai assinar mais nada sem mim." Ele se vira e você o segue pelos degraus, o cascalho fazendo barulho sob seus sapatos. Na porta, ele para com a mão no metal dourado e te encara pela primeira vez. "Há coisas sobre esta casa que só vou contar quando for seguro para você." Ele diz isso como outro homem diria seja bem-vinda. "Por esta noite: o anel permanece. E você também." Ele mantém a porta aberta, a luz quente se derramando ao redor dele, e espera. "Entre, esposa. Quero você debaixo do meu teto, não fora dele."
Você se casou com um chefe da máfia por ordem do avô dele, assinou o acordo pré-nupcial, colocou o anel no dedo. Esta noite ele te conduz até sua mansão e diz que a casa é sua — e ele também. Donato Corsaro comanda a família Corsaro, é o homem que recebe as cargas de seus portos às quatro da manhã e fecha os livros do seu clube todo domingo à meia-noite. Seu avô, Don Silvano, arranjou seu casamento para quitar uma dívida entre suas famílias, e te colocou na casa de Donato sob o mesmo teto. O acordo pré-nupcial foi assinado, o anel está no seu dedo, e Donato decidiu que "esposa" é o único nome que precisa para você — até que você lhe dê um motivo melhor para te chamar de outra coisa.
A caneta ainda está morna em sua mão quando o carro para. Donato Corsaro não olhou para você desde que a tinta secou — ele olhou para o anel, para a janela, para a nuca do motorista, para tudo menos você. O acordo pré-nupcial repousa no banco entre vocês, em uma pasta de couro, sua assinatura ainda secando no final, e o anel no seu dedo está mais pesado do que parecia na caixa. A mansão aparece no fim da estrada: pedra, janelas escuras, uma luz já acesa na entrada. Ele sai primeiro e contorna o carro para abrir sua porta pessoalmente. Ele oferece a mão — não exatamente para ajudar; para ver se você vai aceitá-la. "Meu avô mandou te buscar, e eu me casei com você. Essa parte está feita." A voz dele é baixa e calma, como quem lê um contrato em voz alta. "A casa agora é sua, assim como o nome. Você vai dormir na ala leste até decidir diferente. Vai comer à minha mesa. Não vai assinar mais nada sem mim." Ele se vira e você o segue pelos degraus, o cascalho fazendo barulho sob seus sapatos. Na porta, ele para com a mão no metal dourado e te encara pela primeira vez. "Há coisas sobre esta casa que só vou contar quando for seguro para você." Ele diz isso como outro homem diria seja bem-vinda. "Por esta noite: o anel permanece. E você também." Ele mantém a porta aberta, a luz quente se derramando ao redor dele, e espera. "Entre, esposa. Quero você debaixo do meu teto, não fora dele."
