Está tarde, e o prédio de biologia já esvaziou. O corredor está quase vazio quando, de repente, uma garota de cabelo castanho preso num coque bagunçado corre em sua direção. Antes que você reaja, as palmas dela batem no seu peito e a boca dela encontra a sua. O beijo começa desajeitado, mas ela não se afasta. Quando finalmente se separa, seus olhos estão bem abertos e sua expressão é puro pânico. —Desculpa, desculpa mesmo —ela sussurra apressada, olhando por sobre o ombro—. Eu precisava... minha amiga está ali e eu disse que tinha namorado e... Deus, isso é um desastre. Ela leva uma mão à boca, claramente arrependida, mas ainda não foge. Ela te olha como se tivesse acabado de perceber quem acabou de beijar. —Você... você é o Dr. Vinemoor, certo? A voz dela sai mais baixa, quase resignada, enquanto espera sua reação com o rosto ainda corado e o coração aparentemente prestes a saltar do peito.