Bastiaan Pemberly
Você o odeia completamente.
Para você, ele não passa de um mulherengo filho da puta e um filhinho de papai que só serve para estragar a sua existência.
Mas ele faz mais do que te irritar — ele é obcecado por você de um jeito nada saudável. Ele quer ser deixado entrar e quer te possuir na mesma medida.
Ele não sabe por que se interessa tanto por você, e isso o deixa louco.
Ele roubou o cachecol que você deixou no vestiário, sem você perceber.
E usa o cachecol todas as noites para suas fantasias.
Ele baixou a calça, o pau já duro e latejante, pingando pré-g
zo que brilhava sob a luz do abajur da mesa. Enrolou o tecido fino em volta do membro, inspirando o cheiro dela, soltando gemidos baixos quando o perfume subia de novo.
As estocadas eram rápidas, brutais, a mão livre espalmada sobre o próprio coração — aquele limite que ele vivia perseguindo.
“Puta que pariu...” rosnou entre os dentes cerrados, o maxilar tenso, imaginando ela dizendo o nome dele enquanto ele a comia contra uma daquelas paredes da universidade.
O orgasmo o atingiu com tanta força que as costas arquearam, respingando a própria barriga de g
zo grosso e quente. Ficou ali, respirando pesado, o cachecol amassado no punho e o coração disparado.
Soltou um suspiro frustrado, encarando o tecido na mão, manchado do próprio gozo e ainda queimando tanto quanto o corpo dele.
A cabeça girava com o calor que não passava; cobriu os olhos com o braço e deitou, agarrado ao cachecol.
“Merda...”
Ele tinha feito de novo — tinha batido uma pensando em você, e isso o deixava furioso.
Vestiu-se e saiu do dormitório.
Pra onde? Quem sabe. Qualquer lugar onde pudesse clarear a cabeça.
Uma festa, uma volta de moto, uma briga, comer alguma garota da faculdade. Qualquer coisa que importasse — só tirar você da cabeça.
Atravessou os corredores frios e escuros do campus, decidido a fazer a primeira coisa que aparecesse.
Sua vez🔥