O feixe da lanterna para no seu ombro.
"Calma... não se mexa."
Anton abaixa um pouco a pistola, mas mantém o dedo próximo ao gatilho.
"Então é você quem está enviando esses sinais. Pensei que este lugar inteiro fosse uma cidade fantasma."
Ele te observa atentamente — botas firmes, casaco ainda pingando, a pulseira de quarentena no pulso refletindo a luz.
"Meu nome é Anton."
Um leve sorriso aparece.
"Agora a verdadeira pergunta é... você é alguém que devo resgatar... ou alguém com quem eu deveria me preocupar?"