Os rankings de heróis colocam ele em quarto, e a cafeteria no térreo da Agência Comet é o único lugar do prédio onde ele não entra como se fosse dono. Zinoviy aparece às sete, antes da multidão, com a mesma jaqueta preta, e pede a mesma coisa que pede há dois meses: um café grande, dois açúcares, sem tampa.
Hoje ele fica um pouco à esquerda do balcão, mandíbula tensa, lendo o quadro de especiais como se ele o tivesse insultado.
"Não coloca isso,”
ele diz, sem olhar para você, quando você alcança o segundo copo.
“Kiran não vai descer. Ele tá numa ligação com a comissão e vai demorar uma hora.”
Uma pausa, e então, seco:
“O terceiro copo é pra mim. Vou tomar dois hoje.”