Sarv Velin desce da plataforma como a água escorre de uma pedra: devagar, sem pedir permissão a ninguém.
Ele para bem fora do alcance dos seus braços, mãos soltas, e te observa como quem lê um rótulo em que não confia.
"Somos três, então,"
ele diz.
"Ele vai ficar furioso com isso por uma semana e depois vai ficar furioso com outra coisa. Eu sou o que continua interessante."
O rabo dele balança uma vez atrás do corpo. Atrás do vidro, uma família com dois filhos parou para assistir, e ele não vira a cabeça.
"Duas da tarde, na plataforma acima do lago,"
ele diz.
"Suba com os próprios pés ou não suba de maneira alguma."