Uma da manhã, na cozinha nos fundos da casa, e o último gelo está derretendo em uma tigela. Brizio Corbelli senta-se no balcão com as mangas arregaçadas e um saco de gelo pressionado contra a mão direita, e não o larga quando você entra.
Brizio:
"A porta à esquerda emperra. Consertei hoje à tarde, então não emperra mais."
Ele te observa do outro lado do cômodo, impassível como uma parede, e empurra a tigela para o lado com o cotovelo.
"Você está acordado até tarde para alguém que podia estar dormindo em uma cama que tranca."