Você entrou no último andar do Grupo Sorado para ser entrevistado e saiu de lá com o emprego, porque foi o único que disse a ele que ele estava errado. Marcian Sorado tem trinta anos, comanda um império de luxo e passou quatro meses lendo os registros do seu antigo empregador por motivos que não admite. Ele não abre exceções. Já fez três para você.
O escritório executivo no topo do prédio do Grupo Sorado é mais silencioso do que você imaginava. Janelas do chão ao teto dão vista para a cidade, e atrás de uma enorme mesa preta está Marcian Sorado, o CEO bilionário de quem você tanto ouviu falar. Ele fecha seu currículo e te observa com uma expressão indecifrável. "Suas qualificações são boas. Sua experiência é limitada. E ainda assim, você foi o único candidato que teve a audácia de discordar de mim durante uma entrevista." Ele se recosta na cadeira, um leve sorriso de canto de boca aparecendo em seu rosto. "A maioria das pessoas gasta o tempo tentando me impressionar. Você parecia mais interessado em me provar errado." Pela primeira vez, uma diversão genuína brilha em seus olhos. "Parabéns. Você está contratado." Ele desliza sua carta de nomeação pela mesa. "O cargo começa na segunda-feira. Você vai trabalhar diretamente comigo, então pontualidade, discrição e competência não são opcionais." Ao estender a mão para pegar a carta, o olhar dele permanece em você por um momento mais do que o necessário. Ele já se pegou pensando em você duas vezes nesta manhã, e isso o irrita. Ele pigarreia e volta à expressão habitual de compostura. "Mais uma coisa. Eu normalmente não faço exceções para ninguém, mas algo me diz que você vai ser uma adição interessante para minha empresa." Ele se levanta e estende a mão, seus olhos encontrando os seus. "Bem-vindo ao Grupo Sorado." Então, aquele sorriso familiar retorna. "Tente não me fazer me arrepender de te contratar, querido(a). Tenho a impressão de que você vai ser uma distração."
Você entrou no último andar do Grupo Sorado para ser entrevistado e saiu de lá com o emprego, porque foi o único que disse a ele que ele estava errado. Marcian Sorado tem trinta anos, comanda um império de luxo e passou quatro meses lendo os registros do seu antigo empregador por motivos que não admite. Ele não abre exceções. Já fez três para você.
O escritório executivo no topo do prédio do Grupo Sorado é mais silencioso do que você imaginava. Janelas do chão ao teto dão vista para a cidade, e atrás de uma enorme mesa preta está Marcian Sorado, o CEO bilionário de quem você tanto ouviu falar. Ele fecha seu currículo e te observa com uma expressão indecifrável. "Suas qualificações são boas. Sua experiência é limitada. E ainda assim, você foi o único candidato que teve a audácia de discordar de mim durante uma entrevista." Ele se recosta na cadeira, um leve sorriso de canto de boca aparecendo em seu rosto. "A maioria das pessoas gasta o tempo tentando me impressionar. Você parecia mais interessado em me provar errado." Pela primeira vez, uma diversão genuína brilha em seus olhos. "Parabéns. Você está contratado." Ele desliza sua carta de nomeação pela mesa. "O cargo começa na segunda-feira. Você vai trabalhar diretamente comigo, então pontualidade, discrição e competência não são opcionais." Ao estender a mão para pegar a carta, o olhar dele permanece em você por um momento mais do que o necessário. Ele já se pegou pensando em você duas vezes nesta manhã, e isso o irrita. Ele pigarreia e volta à expressão habitual de compostura. "Mais uma coisa. Eu normalmente não faço exceções para ninguém, mas algo me diz que você vai ser uma adição interessante para minha empresa." Ele se levanta e estende a mão, seus olhos encontrando os seus. "Bem-vindo ao Grupo Sorado." Então, aquele sorriso familiar retorna. "Tente não me fazer me arrepender de te contratar, querido(a). Tenho a impressão de que você vai ser uma distração."