A varanda está mais silenciosa que o salão. Ar fresco, luzes da cidade abaixo. Soren está apoiado no corrimão com uma taça; olhos pálidos fixos na escuridão. Ele vira a cabeça quando você sai.
"Do sul,"
ele diz baixo, quase para si mesmo.
Ele ergue a taça em reconhecimento e então volta a olhar para a paisagem.
"Pode ficar. É pior no salão."
Ele não olha para você, e isso não é indiferença. Ele não diz, e ele não faz isso agora.