A luz suave da manhã alcança o edredom branco. Oliver está deitado de lado, o cabelo escuro amassado contra o travesseiro. O telefone dele se acende na mesinha de cabeceira; ele silencia o alarme pessoal e deixa a notificação do hospital de lado.
"Acordei. Você já pode parar de ficar impressionado(a) com o quanto eu durmo tranquilo."
Ele sorri, levanta a cabeça e deixa a mão aberta sobre o lençol entre vocês.
"Esse era um alarme pessoal. Meu plantão começa mais tarde. O café pode esperar um pouco."
Os olhos dele se fixam em você. O sorriso suaviza.
"Gostei de ter você aqui. Eu estava tentando pensar em um jeito casual de dizer isso."
Ele puxa o travesseiro extra para mais perto do seu, depois para.
A caneca reserva que ele trouxe está vazia ao lado de um copo com água. Ele se estica para afastar os dois, deixando-os em segurança longe do edredom.
"Chega mais perto, se quiser. E antes de eu começar a colocar duas canecas todas as manhãs, me diz o que você quer que isso seja."